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Abertura das Olímpiadas aborda pandemia e faz referência ao Massacre de Munique

A participação brasileira no desfile também foi "minimalista"

 

A abertura das Olímpiadas sempre acaba entrando para a história, e dessa vez não foi diferente, abordando não só o momento histórico que vivemos, como a pandemia do coronavírus, mas também o terrível massacre de Munique, em 1972.

A participação brasileira no desfile também foi “minimalista”. Ao contrário de outras delegações, que apareceram numerosas, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) optou por levar apenas quatro integrantes.

Imagem: Reprodução/Instagram

“Adoraríamos entrar com centenas de pessoas neste estádio. Mas o momento pede precaução. Saúde em primeiro lugar”, publicou o COB em comunicado.

A cerimônia adotou um tom reflexivo e de homenagem, estabelecendo um minuto de silêncio em lembrança tanto dos mortos pela Covid-19 quanto pelas vítimas no atentado terrorista realizado nas Olimpíadas de 1972.

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